precisava de amor, mas não o tipo de amor que a maioria das pessoas costumava dar e no qual se consumiam.
em Misto Quente
de CHARLES BUKOWSKI
Porque o amor, como a morte, também existe — e da mesma forma dissimulada. Por trás, inaparente. Mas tão poderoso que, da mesma forma que a morte —pois o amor também é uma espécie de morte (a morte da solidão, a morte do ego trancado, indivisível, furiosa e egoisticamente incomunicável) — nos desarma. O acontecer do amor e da morte desmascaram nossa patética fragilidade.