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domingo, 20 de setembro de 2009

#304

Esta vida, que há-de desaparecer de uma vez por todas para nunca mais voltar, é semelhante a uma sombra, é desprovida de peso, que, de hoje em diante e para todo o sempre, se encontra morta e que, por muito atroz, por muito bela, por muito esplêndida que seja, essa beleza, esse horror, esse esplendor não têm qualquer sentido.

em A insustentável leveza do ser
de MILAN KUNDERA

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

#300

Tomas repete em silêncio o provérbio alemão, einmal ist keinmal, uma vez não conta, uma vez é nunca. Não poder viver senão uma vida é pura e simplesmente como não viver.
em A insustentável leveza do ser
de MILAN KUNDERA

Uma vez não conta. Uma vez é nunca. Por que diabos eu não me conformei com isso antes?
A propósito, aos solavancos chegamos aos 300 posts. Ai, que emoção. (hohoho, era pra ter bem mais não fosse a junção preguiça + falta de tempo).

terça-feira, 25 de agosto de 2009

#294

Só é grave o que é necessário, só tem valor o que pesa.
em A insustentável leveza do ser
de MILAN KUNDERA

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